Varejo e consumo

MACROECONOMI-IA — Varejo e Consumo no Brasil
Macroeconomi-IA · Relatório Técnico Setorial

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MACROECONOMI-IA

Varejo e Consumo no Brasil

7Seções centrais
15+Fontes primárias e setoriais
8Indicadores quantitativos
02.07Data-base 2026

Aviso Metodológico · Leitura Prévia

⚠ Aviso metodológico prévio

Este relatório foi produzido em uma única sessão de pesquisa via busca na internet (não pela ferramenta de "Deep Research"), o que impõe limites reais que precisam ser declarados com transparência, em linha com o princípio de que a precisão tem prioridade sobre a completude:

  1. Cobertura não é exaustiva. Foram realizadas buscas direcionadas às fontes primárias mais relevantes (IBGE/PMC, IBGE/PAC, IBGE/Contas Nacionais, Banco Central, Ministério do Trabalho/Novo Caged, CNC/Peic, FGV IBRE, ABAAS/NielsenIQ, ABComm/Neotrust). Não foi possível reconstruir séries históricas completas de 5–10 anos para todos os indicadores solicitados — isso exigiria dezenas de consultas adicionais ao SIDRA, tabela por tabela. Onde a série completa não foi obtida, isso é declarado explicitamente, e não estimada.
  2. Citação literal substituída por paráfrase rastreável. O modelo opera sob uma política de direitos autorais que proíbe reproduzir trechos literais de fontes de terceiros. Por isso, a "Regra da Citação Literal" do prompt original foi adaptada: em vez de transcrever frases entre aspas, cada dado quantitativo relevante é parafraseado com precisão e acompanhado de institução, nome da pesquisa, data e link direto — o que preserva a rastreabilidade sem violar direitos autorais.
  3. Toda vez que uma informação não foi localizada ou confirmada, este relatório declara isso explicitamente com a frase padronizada, em vez de estimar.

Seção 1 · Metodologia

1. Metodologia empregada

1.1 Objetivo da pesquisa

Descrever, com base em fontes públicas oficiais e setoriais, a situação atual e a trajetória recente do setor de Varejo e Consumo no Brasil: tamanho econômico, estrutura, emprego, digitalização e principais indicadores conjunturais.

1.2 Escopo

"Setor de Varejo e Consumo" foi tratado como o conjunto de atividades da Divisão 47 da CNAE 2.0 (Comércio Varejista), complementado por informações do Comércio Varejista Ampliado (que a Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE define como o varejo restrito acrescido de veículos/motos/partes/peças, material de construção e, desde janeiro de 2023, atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo). Quando dados de atacado (Divisão 46) ou de atacarejo (modelo híbrido atacado/varejo) foram utilizados, isso está identificado explicitamente, pois são universos estatísticos distintos do varejo puro.

1.3 Período pesquisado

  • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC): dados mensais consultados até abril de 2026 (última divulgação disponível na data da pesquisa).
  • Pesquisa Anual de Comércio (PAC): último dado estrutural completo disponível é o ano-base 2023, divulgado pelo IBGE em agosto de 2025 (é a divulgação mais recente da série; a pesquisa é anual e a defasagem de ~20 meses entre ano-base e divulgação é normal nessa operação estatística).
  • Contas Nacionais Trimestrais: dados fechados até o ano de 2025 (divulgado em março de 2026).
  • Novo Caged: dados mensais até maio de 2026.
  • Peic/CNC: dados mensais até março de 2026.
  • ICOM/FGV IBRE: dados mensais até maio de 2026 (com uma divergência entre fontes secundárias para esse mês, registrada na Seção 4).
  • Estatísticas de Pagamentos de Varejo (Banco Central): até o 2º semestre de 2025.
  • Data de realização da pesquisa: 02/07/2026.

1.4 Fontes consultadas

Fontes primárias oficiais

  • IBGE — Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) e SIDRA
  • IBGE — Pesquisa Anual de Comércio (PAC)
  • IBGE — Sistema de Contas Nacionais Trimestrais (PIB)
  • IBGE — CONCLA (Classificação Nacional de Atividades Econômicas — CNAE 2.0)
  • Banco Central do Brasil — Estatísticas de Pagamentos de Varejo e de Cartões
  • Ministério do Trabalho e Emprego — Novo Caged

Associações setoriais

  • CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) — Peic e ICOM (em parceria com FGV)
  • FGV IBRE — Sondagem do Comércio (ICOM)
  • ABAAS (Associação Brasileira dos Atacadistas de Autosserviço) — Ranking Abaas (em parceria com NielsenIQ)
  • ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores) — Ranking ABAD/NielsenIQ
  • ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico)
  • Neotrust (Confi Neotrust) — inteligência de dados do varejo digital

Fontes secundárias

  • Veículos de imprensa especializada (Agência Brasil, Mercado&Consumo, E-Commerce Brasil, CNN Brasil, Exame, Finsiders Brasil) reportando diretamente números das fontes primárias acima — usados apenas quando ancorados em dado oficial identificável, nunca como fonte original do dado.

1.5 Critério de seleção das fontes

Prioridade: (1) fonte primária oficial (IBGE, Banco Central, Ministério do Trabalho); (2) associação setorial com metodologia declarada (CNC, ABAAS, ABAD); (3) fonte secundária privada com metodologia parcialmente aberta (ABComm, Neotrust), usada com ressalva. Foram excluídas fontes sem atribuição clara de metodologia ou sem indicação do período de referência dos dados.

1.6 Critério para cálculo do crescimento real

  • Na PMC, o índice de volume de vendas é obtido deflacionando a receita nominal por índices específicos de preços construídos a partir do IPCA (estrutura vigente desde janeiro de 2012) e, para materiais de construção, do SINAPI.
  • Nas Contas Nacionais Trimestrais, o PIB em valores constantes usa como referência o ano de 1995 e segue as recomendações do Sistema de Contas Nacionais das Nações Unidas (SNA 2008); o deflator implícito específico do valor adicionado do "Comércio" para 2024–2025 não foi localizado nesta rodada de pesquisa — o IBGE disponibiliza essa informação nas Tabelas Sinóticas do Sistema de Contas Nacionais, não consultadas em detalhe aqui.

1.7 Tratamento do e-commerce

Há divergência relevante entre fontes quanto à participação do e-commerce no varejo total, registrada na Seção 4.4. Resumidamente:

  • O IBGE (PAC), fonte oficial, mede a participação da receita bruta do varejo comercializada pela internet apenas para o universo de empresas pesquisadas pela PAC (empresas com 20+ pessoas ocupadas ou receita elevada, conforme a atividade) — não é o e-commerce total do país, pois exclui microempreendedores, vendas por redes sociais informais etc.
  • A ABComm mede o faturamento total do e-commerce brasileiro (incluindo pequenos varejistas digitais) e compara esse total ao que chama de "varejo tradicional" — um conceito que não é idêntico ao "varejo" da PAC/PMC do IBGE.
  • Não há, portanto, dupla contagem identificada entre PMC/PAC e ABComm, mas também não há uma métrica única e comparável de "participação do e-commerce no varejo": cada fonte mede universos ligeiramente diferentes.

Seção 2 · Definição

2. Definição do setor

Camada 1 (dado técnico): O Comércio Varejista corresponde à Divisão 47 da CNAE 2.0, definida pelo IBGE/CONCLA como as atividades de revenda de bens de consumo, novos e usados, para o público em geral, preponderantemente para o consumidor final, incluindo tanto o comércio tradicional em lojas físicas quanto o varejo por canais não tradicionais (catálogo, porta-a-porta, televisão, internet).

Camada 2 (linguagem simples): É, em termos simples, a "ponta final" da cadeia de distribuição — o elo entre quem produz ou distribui em grande volume e o consumidor que compra a unidade que vai usar. Um supermercado, uma farmácia, uma loja de roupas ou um marketplace online são todos "varejo".

Camada 3 (implicação prática): Por ser o elo final da cadeia, o varejo funciona como termômetro do consumo das famílias — quando as pessoas têm mais renda disponível e crédito acessível, o varejo tende a crescer; quando os juros sobem e o crédito fica caro, o setor sente rapidamente o impacto. Segundo a Pesquisa Anual de Comércio (PAC) do IBGE, o comércio como um todo (varejo + atacado + veículos) ocupava 10,5 milhões de pessoas em 2023, com o varejo respondendo por 7,7 milhões (72,7%) desses postos — o que dá a dimensão de sua relevância social e para o mercado de trabalho.

Fonte: IBGE, Agência de Notícias, "Ocupação no comércio cresce pelo terceiro ano seguido e chega a 10,5 milhões de pessoas", 07/08/2025. agenciadenoticias.ibge.gov.br/.../44145-ocupacao-no-comercio-cresce

Quanto à relação com o PIB: nas Contas Nacionais Trimestrais do IBGE, "Comércio" é uma das atividades que compõem o setor de Serviços (que por sua vez é a maior fatia do PIB brasileiro). É importante registrar que essa classe de "Comércio" nas Contas Nacionais agrega atacado, varejo e comércio/reparação de veículos — não é uma medida isolada do varejo. A participação percentual exata do "Comércio" no Valor Adicionado Bruto total do PIB em 2024 e 2025 não foi localizada nesta pesquisa (o IBGE disponibiliza essa série na Tabela 13.1 do Sistema de Contas Nacionais, não consultada em detalhe). O que foi confirmado é a taxa de variação real da atividade "Comércio":

PeríodoVariação real do "Comércio" (Contas Nacionais)Fonte
2024 (ano fechado)+3,8%IBGE, Agência de Notícias, 07/03/2025
2025 (ano fechado)+1,1%IBGE/Secom, 03/03/2026
4º tri/2025 vs 4º tri/2024+0,2%IBGE, Agência de Notícias, 27/03/2026

Fontes: PIB 2024 (+3,4%) · Secom, PIB 2025 · PIB 2025 (+2,3%)

Seção 3 · Estrutura Setorial

3. Composição do setor

A CNAE 2.0 organiza o comércio varejista (Divisão 47) em nove grupos: o grupo 47.1 (comércio varejista não especializado, que inclui hipermercados/supermercados — classe 4711-3 — e minimercados/mercearias — classe 4712-1) e os grupos 47.2 a 47.8 (comércio varejista especializado, subdivididos por tipo de produto). Um estabelecimento é classificado como "especializado" quando uma única classe de produtos responde por 50% ou mais das vendas, ou quando até quatro classes específicas, cada uma com 5% ou mais de participação, cobrem a maior parte do faturamento; caso contrário, é classificado como não especializado.

Fonte: IBGE/CONCLA, "Busca Online CNAE — Divisão 47". concla.ibge.gov.br/busca-online-cnae.html?divisao=47

SegmentoObservação metodológica
Hiper e supermercados / AlimentícioClasse 4711-3 (não especializado, predominância alimentar). Segundo a PAC 2023, é o segmento com maior peso no emprego varejista (15,1% do pessoal ocupado do varejo).
AtacarejoNão é uma classe própria da CNAE — é um modelo de negócio híbrido (autosserviço de grande volume, atendendo pessoa física e jurídica) que pode estar registrado como comércio atacadista ou varejista dependendo da operação. As redes associadas à ABAAS somaram R$ 360 bilhões em faturamento em 2025.
Vestuário, Calçados e TecidosClasse(s) do grupo 47.8 (varejo especializado). Segundo a PAC, esse segmento perdeu 332,9 mil postos de trabalho entre 2014 e 2023 (-24,6%), a maior queda entre os segmentos varejistas monitorados.
Material de construçãoIntegra o "varejo ampliado" da PMC (não o varejo restrito).
Farmácias e PerfumariasClasse "produtos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria". Segundo a PAC, teve alta de 21,3% no emprego entre 2014-2023 (+162,2 mil pessoas) — um dos poucos segmentos varejistas em expansão consistente de mão de obra.
Livros, jornais, revistas e papelariaSegmento em queda estrutural persistente na PMC, atribuída pelo IBGE à migração do consumo para plataformas digitais.
Combustíveis e lubrificantesComponente do varejo restrito na PMC; no atacado, é a atividade de maior receita líquida do comércio total (11,8% em 2023, segundo a PAC).
Móveis e EletrodomésticosSegmento monitorado separadamente na PMC desde junho de 2013 (antes agregado).
Marketplace / Comércio eletrônicoNão é uma classe CNAE própria — reflete um canal de venda que atravessa várias classes. A PAC mede a "participação da receita bruta do varejo comercializada pela internet" (8,8% em 2023).
Dado não localizado

A listagem completa de códigos CNAE (subclasse, 4 dígitos) para cada um dos segmentos acima não foi extraída integralmente nesta pesquisa; a tabela completa está disponível em concla.ibge.gov.br/busca-online-cnae.html?divisao=47.

Seção 4 · Indicadores

4. Dados quantitativos

4.1 Vendas no varejo (PMC/IBGE)

Camada 1 (dado técnico): A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) investiga a receita bruta de revenda em empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas, cuja atividade principal é o comércio varejista, e converte essa receita em um índice de volume deflacionando pelo IPCA.

Camada 2 (linguagem simples): É como um "termômetro mensal" de quanto o brasileiro está efetivamente comprando (em quantidade, não em preço) nas lojas.

Camada 3 (implicação prática): Uma alta no índice de volume indica mais atividade econômica real no varejo, mesmo descontada a inflação; uma queda indica retração do consumo.

IndicadorValorPeríodoFonte
Variação do volume de vendas do varejo restrito, série livre-1,5%abril/2026 vs março/2026IBGE, PMC. ibge.gov.br/.../9227-pmc
Variação do volume de vendas do varejo restrito, série livre+0,5%março/2026 vs fevereiro/2026Idem
Variação do volume de vendas do varejo restrito, série com ajuste sazonal+0,4%janeiro/2026 vs dezembro/2025IBGE, 11/03/2026. agenciadenoticias.ibge.gov.br/.../46049
Variação interanual (jan/2026 vs jan/2025)+2,8%Idem
Fechamento de 2025 (varejo restrito), acumulado no ano+1,6%ano de 2025IBGE, 13/02/2026. agenciadenoticias.ibge.gov.br/.../45894
Fechamento de 2024 (varejo restrito), acumulado no ano+4,7% (maior alta desde 2012, quando o resultado havia sido +8,4%)ano de 2024IBGE, "Vendas no varejo fecham 2024 com alta de 4,7%", 13/02/2025. agenciadenoticias.ibge.gov.br/.../42685
Fechamento de 2024 (varejo ampliado), acumulado no ano+4,1%ano de 2024Idem
Fechamento de 2023 (varejo restrito), acumulado no ano+1,7%ano de 2023IBGE, 13/02/2026 (comparação citada no release de fechamento de 2025)
Varejo ampliado, fechamento de 2025+0,1%ano de 2025IBGE, 13/02/2026
Nota conceitual — varejo restrito × varejo ampliado

Os números de 4,7% e 4,1% para o fechamento de 2024 referem-se a agregados diferentes da PMC e não devem ser confundidos: +4,7% é o varejo restrito (maior alta desde 2012); +4,1% é o varejo ampliado (que soma ao varejo restrito veículos/motos/partes/peças, material de construção e atacado especializado em alimentos, bebidas e fumo).

Dado não localizado

Série histórica de 5 a 10 anos do volume de vendas ano a ano (2016–2025) não foi extraída tabela por tabela do SIDRA nesta pesquisa — apenas os pontos de fechamento anual acima foram confirmados via releases do IBGE.

4.2 Estrutura do setor — Pesquisa Anual de Comércio (PAC 2023, IBGE)

IndicadorValor (2023)ComparaçãoFonte
Número de empresas comerciais (varejo + atacado + veículos)1,5 milhão1,4 milhão em 2022IBGE, 07/08/2025
Pessoal ocupado no comércio total10,5 milhões de pessoas+2,6% vs 2022 (+267,8 mil pessoas); +3,5% vs 2019 pré-pandemiaIdem
Unidades locais1,7 milhãoIdem
Pessoal ocupado no varejo7,7 milhões (72,7% do comércio total)Idem
Pessoal ocupado no atacado2,0 milhões (18,7%)maior patamar desde 2007Times Brasil/CNBC, citando PAC/IBGE, 11/08/2025
Pessoal ocupado em veículos/peças/motos902,9 mil (8,6%)Idem
Massa salarial do comércio totalR$ 352,7 bilhõessalários, retiradas e outras remuneraçõesIBGE, 07/08/2025
Receita operacional líquida do comércio totalR$ 7,1 trilhõesIdem
Participação do atacado na receita líquida49,7%Times Brasil/CNBC, 11/08/2025
Participação do varejo na receita líquida41,2% (≈ R$ 2,9 trilhões — valor calculado a partir do percentual informado, não divulgado diretamente pelo IBGE nesse formato)Idem
Participação de veículos/peças na receita líquida9,1%Idem
Salário médio no varejo1,7 salário mínimocomparado a 2,9 no atacado e 2,1 em veículosIdem

Regra da consistência numérica aplicada: 41,2% + 49,7% + 9,1% = 100,0% — os três percentuais de receita líquida por segmento somam corretamente, sem inconsistência aparente.

4.3 Emprego formal no comércio — Novo Caged (Ministério do Trabalho)

IndicadorValorPeríodoFonte
Saldo de empregos formais, Brasil (todos os setores)+1.279.498ano de 2025MTE, 29/01/2026. gov.br/trabalho-e-emprego/.../saldo-1-27-milhao
Estoque de vínculos formais, Brasil48.474.348 (2025) vs 47.194.850 (2024)+2,71%Idem
Saldo do "Comércio" em dezembro/2025 (mês)-54.355 postosdezembro/2025Idem
Saldo acumulado do "Comércio" em 2025 (até novembro)+299.615 postos (+2,8%), sendo Varejista +186.268, Atacado +67.888, Reparação de Veículos +45.459jan-nov/2025MTE, 30/12/2025. gov.br/trabalho-e-emprego/.../85-8-mil-vagas
Crescimento de vínculos formais no comércio, 2022→2024de 10,19 milhões para 10,57 milhões (+3,7%)2022-2024Agência Gov, 16/07/2025. agenciagov.ebc.com.br/.../crescimento-3-7
Saldo do "Comércio" em maio/2026 (mês)-60.503 postos, puxado pelo Varejistamaio/2026MTE, 30/06/2026. gov.br/trabalho-e-emprego/.../72-960-postos-maio
Salário médio real de admissão, Brasil (todos os setores)R$ 2.384,10maio/2026Idem
Nota metodológica

Em maio/2026, o Novo Caged atualizou o estoque de referência a partir da RAIS 2025, mudando critérios de seleção dos vínculos que compõem a base — o Ministério do Trabalho esclarece que isso não altera o saldo mensal apurado, apenas realinha o estoque acumulado à nova metodologia. Isso é relevante para quem for comparar séries de estoque antes e depois dessa atualização.

4.4 Digitalização e participação do e-commerce no varejo

IndicadorValorFonte
Participação da receita bruta do varejo comercializada pela internet (universo PAC)8,8% em 2023 (ante 9,1% em 2022 e 5,3% em 2019)IBGE, PAC 2023, 07/08/2025
Número de empresas do varejo vendendo pela internet (universo PAC)3,7 mil em 2023, ante 1,9 mil em 2019 (+97,6%)Idem
Proporção de empresas varejistas com algum tipo de venda pela internet8,6% em 2023, ante 4,7% em 2019Idem
Faturamento total do e-commerce brasileiro (ABComm)R$ 185,7 bi (2023) → mais de R$ 200 bi / R$ 204,3 bi (2024, valores divergentes entre fontes) → mais de R$ 200 bi, alta >10% (2025) → projeção de R$ 258 bi (2026)ABComm, releases de 2025-2026
Participação do e-commerce no "varejo tradicional" (definição própria da ABComm)9,2% (referente a 2024, segundo release de set/2024)Mercado&Consumo, 13/09/2024, citando ABComm
Compradores digitais ativos93 milhões em 2024 (+7% vs 2023)Neotrust, citada em babitonhela.com, 17/02/2026
Pedidos no e-commerce395 milhões em 2024 (+8,7%)Idem
⚠ Divergência entre fontes — não resolvida

Duas fontes secundárias apresentam números de participação do e-commerce no varejo diferentes para o mesmo período (uma cita ~9,2% do "varejo tradicional" para 2024, outra cita "cerca de 12% do varejo total brasileiro" também para 2024). Nenhuma das duas fontes é o IBGE (fonte primária), e nenhuma detalha publicamente a metodologia de cálculo dessa participação com o rigor de uma pesquisa amostral oficial. Não é possível, com as fontes disponíveis nesta pesquisa, determinar qual das duas cifras é mais precisa. O dado oficial mais próximo e auditável continua sendo o índice da PAC/IBGE (8,8% em 2023, mas restrito ao universo de empresas pesquisadas pela PAC).

Dado não localizado

Série histórica ano a ano do faturamento do e-commerce brasileiro entre 2015-2022 não foi levantada nesta pesquisa.

4.5 Atacarejo

IndicadorValorFonte
Faturamento das 24 empresas associadas à ABAASR$ 360 bilhões em 2025 (~3% do PIB nacional, segundo a Exame)ABAAS/NielsenIQ, 5º Ranking Abaas, citado por Exame, 06/04/2026
Crescimento do faturamento das associadas à ABAAS em 2025Divergência entre fontes: uma reporta +11% vs 2024; outra, referindo-se aparentemente ao mesmo ranking, reporta +6%Exame (06/04/2026) reporta +11%; samais.com.br (02/04/2026) reporta +6%
Empregos diretos do setor (associadas ABAAS)431 mil postos, em 2.189 lojasABAAS/NielsenIQ, citado por Exame, 06/04/2026
Concentração do faturamentoAs 5 maiores redes responderam por 71% da receita total das associadas à ABAAS em 2025samais.com.br, 02/04/2026
Crescimento em vendas do atacarejo (NielsenIQ, ano móvel)+12,9% em 2024; +13,9% no primeiro bimestre de 2025; porém apenas +1,7% em volume no fechamento de 2025, com desaceleração atribuída à deflação de alimentosDiário do Comércio, 14/04/2025 e 28/03/2026
Mercado atacadista distribuidor total (ABAD — conceito distinto de atacarejo/ABAAS)R$ 443,4 bilhões em 2024 (+9,8% nominal vs 2023)AceleraVarejo, citando Ranking ABAD/NielsenIQ 2025
⚠ Divergência entre fontes — não resolvida

Duas fontes distintas, aparentemente referindo-se ao mesmo Ranking Abaas 2026, divergem quanto ao crescimento do faturamento das associadas em 2025: uma reporta +11%, outra +6%. Não foi possível resolver essa divergência nesta pesquisa.

Nota conceitual importante

ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores) e ABAAS (Associação Brasileira dos Atacadistas de Autosserviço) medem universos diferentes — a primeira representa o atacado distribuidor tradicional (venda B2B por catálogo/força de vendas), a segunda representa especificamente o modelo "atacarejo" (autosserviço, loja física, atende PF e PJ). Os números de R$ 443,4 bi (ABAD, 2024) e R$ 360 bi (ABAAS, 2025) não são comparáveis diretamente e não devem ser somados nem usados como se medissem a mesma coisa.

4.6 Confiança do setor — Índice de Confiança do Comércio (ICOM/FGV IBRE)

Nota conceitual

O ICOM mede a confiança dos empresários do comércio, não a confiança do consumidor final (ICC). Não foi localizado nesta pesquisa um índice específico de confiança do consumidor (ICC-FGV ou equivalente) para o setor de varejo — o item permanece como dado não localizado nesta rodada.

Mês/2026ICOM (pontos)VariaçãoFonte
Dezembro/202590,1+0,2 pt (4ª alta consecutiva)portalibre.fgv.br
Janeiro/202691,3+3,0 ptsportalibre.fgv.br; também E-Commerce Brasil, 29/01/2026
Fevereiro/202687,3-4,0 pts (encerrou 5 meses sem quedas)portalibre.fgv.br
Março/202684,6-2,7 pts (2ª queda consecutiva; menor patamar próximo ao de 2020)Capital News, 05/04/2026, citando FGV IBRE
Abril/202686,2+1,6 ptportalibre.fgv.br
Maio/202684,2 (segundo ADVFN News)-2,0 pts; menor patamar desde março de 2021ADVFN News, 28/05/2026
⚠ Divergência entre fontes — não resolvida

Uma fonte adicional (Brasil 61) menciona, para o que parece ser maio, um valor de 91,5 pontos com queda de 4,0 pontos — número inconsistente com a série oficial acima e com o texto da própria matéria, que mistura trechos de diferentes meses sem datação clara. Recomenda-se desconsiderar esse valor de 91,5 e utilizar a série da fonte primária (portalibre.fgv.br) ou o valor de 84,2 pontos reportado pela ADVFN, internamente consistente com a trajetória de queda de março a maio.

4.7 Endividamento e inadimplência do consumidor — Peic/CNC

Mês% famílias endividadas% famílias com dívidas em atrasoComprometimento médio da rendaFonte
Janeiro/202576,1%Agência Brasil, 06/02/2026
Dezembro/202578,9%Idem
Janeiro/202679,5% (empata recorde de out/2025)29,3% (3º mês seguido de queda, do pico de 30,5% em out/2025)29,7%Idem
Fevereiro/202680,2% (novo recorde histórico da série iniciada em 2010)29,6% (voltou a subir após 3 meses de queda)Portal do Comércio, 11/03/2026
Março/202680,4% (novo recorde histórico)29,6% (estável)29,6%CNN Brasil, 07/04/2026

Fontes: Agência Brasil · Portal do Comércio · CNN Brasil

Camada 3 (implicação prática): o endividamento crescente das famílias, combinado com juros (Selic) em patamar elevado — 15% ao ano, segundo declaração do Ministro do Trabalho em janeiro de 2026 —, ajuda a explicar por que o crescimento do varejo desacelerou de +4,7% (2024) para +1,6% (2025): mais renda comprometida com dívidas significa menos capacidade de consumo adicional, mesmo com o mercado de trabalho aquecido.

4.8 Meios de pagamento no varejo (Banco Central)

IndicadorValorPeríodoFonte
Participação do Pix no número total de transações de pagamento54,7% (42,9 bilhões de operações)2º semestre/2025Finsiders Brasil / Band, 07-08/04/2026, citando BC
Total de transações de pagamento no país78,4 bilhões (+12,9% vs 2S2024)2º semestre/2025Idem
Volume financeiro total movimentadoR$ 68,2 trilhões (+14,1% vs 2S2024)2º semestre/2025Idem
Participação do Pix no volume financeiro (valor)28,6% (2º lugar, atrás da TED com 34,7%)2º semestre/2025Idem
Participação do Pix no número de transações50,9% (36,9 bilhões)1º semestre/2025E-Commerce Brasil, 10/11/2025, citando BC
Participação do Pix nos pagamentos e depósitos47%ano de 2024 (métrica distinta, não diretamente comparável)Agência Gov, citando BC
Nota histórica

O Pix foi lançado pelo Banco Central em novembro de 2020. Sua adoção acelerada é amplamente reconhecida como um fator estrutural de mudança nos meios de pagamento do varejo brasileiro, reduzindo o uso de dinheiro em espécie e de cheques (cuja participação no volume financeiro caiu para 0,5%–0,6% nas medições mais recentes) e ampliando o parcelamento e os pagamentos por aproximação.

Seção 5 · Linha do Tempo

5. Principais eventos históricos

Os eventos a seguir são amplamente documentados na literatura econômica e histórica sobre o varejo brasileiro. Por serem fatos históricos consolidados (não dados estatísticos sujeitos a atualização), são descritos aqui de forma qualitativa; números específicos de cada época não foram reconfirmados individualmente nesta pesquisa e não devem ser tomados como dados verificados nesta rodada.

  • Abertura econômica (início dos anos 1990): redução de barreiras à importação, abrindo caminho para maior concorrência e para a entrada de redes internacionais no varejo brasileiro.
  • Plano Real (1994): a estabilização monetária eliminou a hiperinflação, o que teve efeito estrutural sobre o varejo — em ambiente de alta inflação, o comércio lucrava parcialmente com ganhos financeiros sobre estoques e defasagem de preços; com a estabilização, a competitividade passou a depender mais de eficiência operacional e escala.
  • Chegada e expansão de grandes redes internacionais (Carrefour, Walmart, entre outras) a partir dos anos 1990, intensificando a concorrência e acelerando a profissionalização da gestão de varejo no país.
  • Expansão do atacarejo como formato de negócio, ganhando força de forma mais acentuada a partir dos anos 2010 e se consolidando como um dos canais de maior crescimento do varejo alimentar em anos recentes.
  • Consolidação do e-commerce e dos marketplaces, com aceleração especialmente após 2015-2016 e, de forma mais acentuada, durante a pandemia de Covid-19.
  • Pandemia de Covid-19 (2020-2021): segundo a PAC do IBGE, no primeiro ano da pandemia o comércio perdeu 4,0% de sua ocupação, 7,4% das empresas e uma proporção similar de unidades locais — um dos poucos choques negativos bem documentados na série da PAC. A retomada veio nos anos seguintes.
  • Lançamento do Pix (novembro de 2020): mudança estrutural nos meios de pagamento do varejo, com adoção acelerada.
  • Consolidação do omnichannel: integração entre canais físicos e digitais de venda, refletida no crescimento da participação da receita online no varejo.
  • Fusões e aquisições no atacarejo/varejo alimentar, como a fusão entre Novo Atacarejo e Grupo Mateus (originando o "Novo Mateus"), mencionada no Ranking ABAAS 2026 como o maior salto percentual de faturamento entre as redes associadas (+114,3% entre 2024 e 2025) — embora esse crescimento reflita majoritariamente a consolidação contábil da fusão, não apenas crescimento orgânico.

Seção 6 · Leitura Analítica

6. Análise dos dados

Evidências

(fatos observados diretamente nos dados coletados)

  • O varejo restrito brasileiro encadeou nove anos consecutivos de crescimento até o fechamento de 2025, mas com desaceleração progressiva: de +4,7% (2024) para +1,6% (2025).
  • O endividamento das famílias atingiu recordes históricos consecutivos em fevereiro (80,2%) e março de 2026 (80,4%), na série iniciada em 2010 pela CNC.
  • A confiança do empresário do comércio (ICOM) mostrou trajetória de queda entre março e maio de 2026, chegando ao menor patamar desde 2021, segundo a fonte mais recente disponível.
  • O emprego formal no comércio cresceu de forma consistente entre 2022 e 2024 (+3,7% em vínculos), mas o setor "Comércio" apresentou saldos negativos em vários meses recentes do Novo Caged (dezembro/2025 e maio/2026), puxados especificamente pelo varejo.
  • A participação da receita do varejo pela internet (universo PAC) recuou de 9,1% (2022) para 8,8% (2023) — uma leve reversão após o pico da pandemia, ainda que o número de empresas vendendo online continue crescendo.
  • O atacarejo segue sendo, segundo a NielsenIQ/ABAAS, o canal de maior crescimento do varejo alimentar, mas mostrou desaceleração relevante em volume no fechamento de 2025 (+1,7%, ante crescimentos de dois dígitos em anos anteriores), atribuída em parte à deflação de commodities alimentares.
  • O Pix consolidou-se como o principal meio de pagamento em número de transações no varejo brasileiro, superando a marca de 50% das transações desde pelo menos o primeiro semestre de 2025.

Interpretações

(leitura analítica, não fato bruto)

A combinação de desaceleração das vendas, recorde de endividamento das famílias e queda da confiança empresarial no comércio, no início de 2026, é consistente com um cenário de juros (Selic) elevados pressionando o crédito ao consumo — cenário mencionado explicitamente por representantes da CNC e do FGV IBRE nas fontes consultadas. Essa é uma leitura amplamente compartilhada pelas próprias fontes primárias e por seus porta-vozes, mas continua sendo uma interpretação, não um fato estatístico direto — outros fatores (câmbio, tarifas internacionais, sazonalidade) também foram mencionados nas fontes e não puderam ser isolados estatisticamente nesta pesquisa.

Dado não localizado

Não foi possível, nesta pesquisa, isolar estatisticamente o peso de cada fator (juros, inflação, renda, crédito, emprego) sobre a variação das vendas do varejo — isso exigiria um modelo econométrico que está fora do escopo de uma pesquisa documental.

Seção 7 · Síntese

7. Principais tendências históricas observadas

(sem projeções — apenas tendências já ocorridas)

  1. Crescimento persistente, porém com amplitude decrescente, do volume de vendas do varejo restrito entre 2023 e 2025 (+1,7%, +4,7%, +1,6%).
  2. Aumento estrutural da participação do atacarejo no varejo alimentar nos últimos anos, com sinais de desaceleração no crescimento em volume no ano de 2025.
  3. Aumento contínuo do endividamento das famílias brasileiras, atingindo sucessivos recordes na série histórica da Peic/CNC (desde 2010) nos meses de fevereiro e março de 2026.
  4. Consolidação do Pix como principal meio de pagamento em número de transações desde 2020, com participação crescente também em valor financeiro movimentado.
  5. Digitalização crescente, porém não linear, do varejo: o número de empresas varejistas vendendo pela internet mais que dobrou entre 2019 e 2023 (dado oficial da PAC), mas a participação da receita do varejo pela internet recuou ligeiramente entre 2022 e 2023.

Transparência

Limitações da pesquisa

Dados não encontrados / não confirmados

  • Participação percentual exata do "Comércio" no Valor Adicionado Bruto total do PIB para 2024 e 2025.
  • Série histórica completa (5-10 anos, ano a ano) de volume de vendas do varejo, receita bruta por segmento e produtividade — apenas pontos de fechamento anual foram confirmados.
  • Índice de Confiança do Consumidor (ICC) específico para o setor de varejo (foi localizado apenas o ICOM, que mede confiança do empresário do comércio, não do consumidor).
  • Deflator específico usado nas Contas Nacionais para o valor adicionado do "Comércio".
  • Código CNAE de 4 dígitos individual para cada um dos ~17 segmentos listados no escopo original do prompt.
  • Faturamento do e-commerce brasileiro ano a ano entre 2015 e 2022.

Conflitos entre fontes identificados e não resolvidos

  • Participação do e-commerce no varejo total em 2024: uma fonte indica ~9,2%, outra indica ~12%.
  • Crescimento do faturamento das associadas à ABAAS em 2025: uma fonte indica +11%, outra indica +6%.
  • ICOM de maio/2026: uma fonte reporta 84,2 pontos, outra (com apresentação de texto internamente inconsistente) menciona 91,5 pontos.

Limitações metodológicas gerais

  • Esta pesquisa foi conduzida via busca na internet padrão (não pela funcionalidade de pesquisa profunda/Research), o que limita o número de consultas realizadas e a profundidade de cada uma frente ao volume de dados exigido pelo escopo original do pedido.
  • Números de fontes privadas (ABComm, Neotrust) foram usados porque são as referências mais citadas do mercado para e-commerce no Brasil, mas suas metodologias completas de cálculo não são totalmente públicas, o que limita a possibilidade de auditoria independente desses números específicos.
  • Não foi possível aplicar a "Regra da Citação Literal" (transcrição entre aspas) do prompt original, por política de direitos autorais; em seu lugar, todos os dados foram parafraseados com atribuição precisa de fonte, o que preserva a rastreabilidade.

Checklist final

  • Todas as afirmações possuem fonte: majoritariamente sim — exceção: a linha do tempo histórica (Seção 5) é qualitativa e baseada em conhecimento histórico consolidado, não em fontes consultadas nesta sessão.
  • Todos os números possuem fonte específica: sim, com institução, nome da pesquisa/matéria, data e link.
  • Todos os links foram conferidos: os links foram obtidos diretamente dos resultados de busca; não foi feita uma segunda passada de verificação de que cada link ainda está ativo no momento da leitura deste relatório.
  • Não há números estimados: uma exceção declarada — o valor de receita líquida do varejo em reais (≈R$ 2,9 trilhões) foi calculado a partir de um percentual (41,2%) informado pelo IBGE sobre o total de R$ 7,1 trilhões; isso está sinalizado explicitamente no texto como cálculo derivado, não como dado direto do IBGE.
  • Não há projeções: quase integralmente atendido — a única exceção é a menção à projeção da ABComm para 2026 (R$ 258 bilhões), citada como projeção de mercado e claramente rotulada como tal, não como fato consumado.
  • Não há inferências sem evidência: sim, interpretações foram separadas de evidências na Seção 6.
  • Divergências entre fontes foram explicadas: sim, listadas explicitamente nesta seção e na Seção 4.
  • Mudanças metodológicas foram verificadas: parcialmente — a atualização do estoque de referência do Novo Caged (RAIS 2025) foi identificada; uma investigação mais ampla de mudanças metodológicas do SIDRA/CNAE ao longo da década não foi realizada.
  • As citações literais foram incluídas: não, por design — substituídas por paráfrase rastreável, conforme explicado no Aviso Metodológico Prévio.
  • As limitações da pesquisa foram documentadas: sim, nesta seção.
  • O relatório diferencia claramente fatos, interpretações e limitações: sim.

Aviso Legal

Disclaimer

⚠ Disclaimer

Este relatório foi elaborado em 02 de julho de 2026, exclusivamente para fins informativos, utilizando apenas informações públicas provenientes de fontes oficiais, institucionais ou setoriais disponíveis até a data-base da pesquisa. Todas as informações quantitativas foram rastreadas às respectivas fontes originais sempre que possível. Nenhum dado foi estimado, projetado ou inferido sem respaldo documental explícito, com as exceções pontuais sinalizadas de forma expressa no texto (um cálculo derivado de percentual oficial, e uma projeção de mercado claramente identificada como tal). Eventuais divergências entre fontes foram apresentadas e contextualizadas, sem que este relatório arbitrasse qual fonte está "certa" nos casos em que isso não pôde ser verificado. A ausência de determinado dado indica que ele não foi localizado nesta rodada de pesquisa — não que o dado não exista. Este documento não constitui recomendação de investimento, consultoria financeira, econômica, tributária ou empresarial. Recomenda-se que informações críticas para decisões estratégicas sejam novamente conferidas diretamente nas bases oficiais citadas, especialmente o SIDRA/IBGE para séries históricas completas.

Compromisso com a Precisão: Em caso de conflito entre completude e exatidão, este relatório priorizou sempre a exatidão. Por isso, diversas seções foram deixadas incompletas com a declaração explícita de que o dado não foi localizado, em vez de preenchidas com estimativas.

Compromisso Pedagógico: Este relatório combina, sempre que o formato de tabela permitiu, uma camada técnica, uma explicação em linguagem simples e uma leitura de implicação prática, para tornar os dados compreensíveis tanto a leitores especializados quanto a não especialistas.

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